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O que é Gestão de Terceiros
Gerir terceiros é o processo pelo qual uma empresa verifica, valida e aprova formalmente terceiros (prestadores de serviço, empresas contratadas, fornecedores de mão de obra) antes de permitir sua atuação em operações, plantas ou obras. Na prática, envolve a coleta e a checagem de documentos societários, fiscais, trabalhistas e de segurança do trabalho, além de certificações específicas exigidas pelo setor. O objetivo é garantir que o terceiro está regular, apto e seguro para prestar o serviço contratado.
Para empresas que trabalham com centenas ou milhares de terceiros, como acontece em mineração, energia, indústria e logística, a homologação não é uma etapa isolada de contratação. Ela é a porta de entrada de toda a gestão de terceiros, e a qualidade desse processo inicial determina o nível de risco que a empresa carrega durante toda a vigência do contrato.
Por que gerir terceiros é uma decisão estratégica
Tratar a gestão como burocracia é um erro comum e caro. Ela é, na verdade, a primeira linha de defesa contra passivo trabalhista, fraude documental e retrabalho operacional.
Redução de passivo trabalhista e responsabilidade solidária
Empresas contratantes podem responder solidária ou subsidiariamente por obrigações trabalhistas não cumpridas por seus terceiros. Uma homologação rigorosa, que exige e valida comprovantes de recolhimento de encargos, regularidade fiscal e conformidade com normas de segurança, reduz diretamente essa exposição. É por isso que a homologação de fornecedores é tratada, em setores como mineração e energia, como parte central da estratégia de compliance e não apenas do departamento de compras.
Padronização evita retrabalho: o caso Votorantim Cimentos
Um exemplo concreto desse ganho é o case da Votorantim Cimentos: ao padronizar os critérios e o fluxo de homologação documental de seus terceiros, a empresa reduziu significativamente o retrabalho do fornecedor, que antes precisava reenviar e corrigir documentos repetidas vezes por falta de clareza sobre o que era exigido. Padronizar a homologação beneficia os dois lados da relação: a contratante ganha segurança, e o fornecedor ganha previsibilidade.
Os desafios da homologação manual
Quando feita manualmente, a homologação costuma travar em pontos previsíveis: documentos enviados fora do padrão, checagem visual de autenticidade (que falha diante de fraudes sofisticadas), retrabalho por falta de padronização entre unidades ou fornecedores, e falta de rastreabilidade sobre o que já foi validado para aquele CNPJ ou CPF em contratações anteriores. Em operações com centenas de terceiros ativos, isso se traduz em mobilizações lentas e em risco documental que só é percebido quando já é tarde, em uma fiscalização ou em uma ação judicial.
Como a tecnologia transforma a gestão de terceiros
É exatamente nesse ponto que a tecnologia de gestão documental com inteligência artificial muda o jogo. No AFM Gestão, da Atlas Inovações, a verificação deixa de depender de checagem manual e passa a contar com validação automatizada em escala, a plataforma já processa mais de 6 milhões de documentos por mês com IA.
Smart Check: detectando fraude documental que o olho humano não vê
O módulo Smart Check aplica inteligência artificial para identificar sinais de fraude e adulteração que passariam despercebidos em uma análise visual: datas alteradas, assinaturas coladas digitalmente e PDFs reconvertidos para simular um documento original. Isso é decisivo justamente na etapa de homologação, quando a empresa está decidindo se aquele fornecedor está, de fato, regular.
SpeeDoc: validação em massa, 10x mais rápido
Para quem homologa grandes volumes de terceiros, o SpeeDoc lê e valida documentos em massa, com velocidade até 10 vezes maior e redução de 62,5% nos erros em relação à checagem manual. Isso é o que permite que empresas como a Atvos tenham reduzido o tempo de mobilização de terceiros de 5 dias para apenas 1 dia, um ganho direto de agilidade que nasce de uma homologação mais eficiente na entrada.
Reaproveitamento inteligente de documentos por CPF/CNPJ
Outro recurso relevante é o reaproveitamento inteligente de documentos: uma vez validado um documento vinculado a um CPF ou CNPJ, ele pode ser reaproveitado em novas contratações sem precisar ser reenviado e reanalisado do zero, desde que ainda válido. Isso reduz tanto o esforço do fornecedor quanto o tempo de resposta da empresa contratante.
Resultados que uma gestão de terceiros bem estruturada traz
Empresas que estruturam essa área com apoio de tecnologia relatam ganhos consistentes: redução de até 80% no tempo de mobilização de terceiros, mais de 500 mobilizações já realizadas com apoio da plataforma da Atlas, e casos como o da Atvos e da Votorantim Cimentos mostram que o impacto vai além da velocidade — chega a compliance, previsibilidade e relação com o fornecedor.
Gestão de terceiros como parte de um ecossistema maior
A gestão de terceiros não deveria ser tratada como uma etapa isolada. Ela se conecta ao restante do ciclo de vida do terceiro, do controle de acesso (com crachá digital e QR Code) à gestão de treinamentos e EAD, passando por integrações nativas com sistemas como SAP, Oracle, Protheus e Gov.br, que evitam retrabalho de digitação e mantêm os dados de compliance sempre atualizados. Empresas como Votorantim Cimentos, Equatorial, Localiza, Pirelli, EDP, BRF e Prologis já utilizam esse ecossistema para tornar a gestão de terceiros mais segura e mais rápida.
Investir em um processo de homologação estruturado, com apoio de inteligência artificial, não é apenas uma melhoria operacional, é uma decisão que reduz risco jurídico, protege a reputação da empresa e cria uma base de fornecedores mais confiável ao longo do tempo.
Fale com um especialista Atlas
Quer estruturar ou modernizar o processo de gestão de terceiros da sua empresa? Fale com um especialista Atlas e conheça como o AFM Gestão pode reduzir risco, tempo e retrabalho na sua operação: atlasinovacoes.com.br/contato.